Texto 100% escrito por Rodolfo Lima, fundador da OperarIA e revisado por IA
A OperarIA nasceu de uma dor real do meu dia a dia.
Me incomoda demais gastar tanto do meu tempo com trabalhos repetitivos e mecânicos. Eu sempre busquei usar a tecnologia para aumentar a minha produtividade. Nas tarefas de perito, comecei com o tablet e a caneta digital para fazer as anotações nas vistorias; aprendi a programar Visual Basic dentro do Microsoft Word, para criar questionários respondidos nas próprias vistorias e acelerar a escrita de trechos dos meus laudos; mais recentemente, passei a automatizar diversas tarefas com o n8n (no-code); e finalmente cheguei ao uso da IA.
Eu nunca fui contra a tecnologia, e com a inteligência artificial não foi diferente. Desde que comecei a ler sobre o assunto, imaginei que seria uma ferramenta para potencializar o nosso conhecimento.
Faço sempre um paralelo com a calculadora ou com um software de engenharia (TQS, SAP2000). Todos nós aprendemos a fazer as operações matemáticas, mas usamos a calculadora para acelerar o processo. Nós, engenheiros, aprendemos a fazer os cálculos estruturais, mas usamos os softwares para ganhar velocidade e eficiência.
Na vida, tudo deve ser usado e dosado com cuidado. Com a IA não é diferente.
Saber usar a inteligência artificial leva a produtividade para outro patamar. Ela executa as tarefas mecânicas e repetitivas com uma probabilidade de erro muito menor do que a nossa, quando estamos cansados depois de horas de trabalho ou desconcentrados por interrupções constantes.
Mas saber usar a inteligência artificial não é delegar o serviço ou a análise a um agente qualquer, pegar a resposta e reproduzir no relatório. É preciso ter discernimento para analisar e avaliar essa resposta antes de assumi-la como verdade.
Por isso a importância de treinar os agentes de IA como nós fomos treinados, e como treinamos os nossos funcionários: para extrair o melhor da tecnologia, unindo a velocidade, a eficiência e a precisão da IA ao bom senso, à sensibilidade e à supervisão técnica do ser humano.
O bom uso da IA te dá a tranquilidade de focar no que realmente importa, e no que ninguém pode fazer por você: visitar um cliente, se apresentar aos juízes em busca de novas nomeações, executar os trabalhos intelectuais atípicos, ou simplesmente ter mais tempo para curtir os seus filhos.
O uso da IA no meu dia a dia nasceu das minhas dores.
A OperarIA nasceu para aliviar as dores do seu dia a dia.
Retrato criado com IA.Rodolfo de Lima Paula
Engenheiro, perito judicial e fundador da OperarIA